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Maria Basaglia



A cineasta italiana, Maria Basaglia, fez história no cinema brasileiro nos anos de 1950. Ainda na Itália, ela iniciou sua carreira como diretora de dublagem e escreveu vários filmes. Durante a Segunda Guerra Mundial precisou se mudar para Veneza e lá colaborou com várias produções cinematográficas como diretora e roteirista. Em 1957, Basaglia aportou no Brasil e fundou com seu marido, Marcello Albani, a produtora Paulistânia Films. No mesmo ano, ela estreou no cinema brasileiro como roteirista e diretora do melodrama “O Pão que o Diabo Amassou”(1957). A trama que gira em torno do agiota Álvaro teve ilustres participações da nata teatral da época, tais como Jayme Costa, Ítalo Rossi, Elizabeth Henreid, Wanda Kosmo e Liana Duval. No ano seguinte foi a vez do lançamento da comédia de costumes “Macumba na Alta”(1958). A película foi baseada na peça teatral “Meu Nome é Doutor”, de Amaral Gurgel. Além da produtora, Maria Basaglia e seu marido também fundaram o estúdio de dublagem Odil Fono-Brasil.

 

*texto por Ana Dantas

 

Macumba na Alta

Diretor: Maria Basaglia
Assistência de direção: Máximo Barro
Continuidade: Franca B.Modiano
Coreografia: Luciano
Duração: 81 minutos Ano: 1958 País: Brasil
Produção: Marcelo Albani
Direção de produção: Adone Fragano
Fotografia: Direção de fotografia: Giulio De Luca
Assistência de fotografia: Marcelo Primavera
Fotografia de cena: David Haron
Roteiro: Amaral Gurgel, Maria Basaglia
Montagem: Barro, Maximo

Gênero: Comédia

Sinopse: Um vendedor de bilhete de loteria, ao ser atropelado pelo filho de um ricaço, aceita manter uma falsa identidade para tirar proveito da situação. Sua filha se apaixona pelo rapaz e seu amigo sambista conquista a noiva deste. A troca de pares amorosos - na qual ainda participam uma velhota com ares de refinada e uma garota propaganda da TV - dá inicio a uma série de quiprocós.